Espanha bate a Argentina na prorrogação e é bicampeã mundial
Ferran Torres decidiu no MetLife Stadium; foi a última Copa de Messi, que se despede com 1 título e 2 vices.
Espanha é bicampeã mundial (1ª vez em 2010, 2ª agora em 2026) · Foi a última Copa de Lionel Messi, que encerra a carreira com 1 título (2022) e 2 vices (2014, 2026)
Ferran Torres decidiu no MetLife Stadium; foi a última Copa de Messi, que se despede com 1 título e 2 vices.
Os gols contra a Inglaterra levaram o francês a 22 no total, ultrapassando Messi (21) e Klose (16).
Dez gols em Miami — o jogo com mais gols de toda a Copa 2026 — garantem o bronze aos ingleses.
Neymar descontou de pênalti nos acréscimos, mas não evitou a queda mais precoce do Brasil em Copas desde 1990.
Empate em 1 a 1 no tempo normal, e os paraguaios venceram por 4 a 3 na disputa por penalidades.
Empate sem gols no tempo normal e na prorrogação; suíços vencem por 4 a 3 nas penalidades.
Mbappé só definiu a artilharia na disputa de 3º lugar, com 2 gols na vitória por 6x4 sobre a Inglaterra, ultrapassando Messi (que terminou com 8, sem marcar na final). Com isso, o francês chega a 22 gols em Copas do Mundo, tornando-se também o maior artilheiro da história do torneio, superando o próprio Messi (21) e Miroslav Klose (16).
Chuteira de Ouro anterior: o próprio Mbappé, com 8 gols (Catar 2022)Vai ao melhor jogador de toda a competição, escolhido por um painel de especialistas da FIFA após a decisão. Messi (2022) e Modrić (2018) foram os últimos vencedores mesmo em times finalistas ou não campeões.
Último vencedor: Lionel Messi (Catar 2022)Premia o melhor goleiro da Copa, considerando defesas, jogos sem sofrer gols e desempenho nas fases decisivas.
Último vencedor: Emiliano Martínez, Argentina (Catar 2022)Reconhece o melhor atleta com até 21 anos no ano da competição, entre os destaques revelados ao longo do torneio.
Último vencedor: Enzo Fernández, Argentina (Catar 2022)Pontos corridos, todos contra todos (18 jogos por seleção). Argentina liderou boa parte das rodadas, com Messi se tornando o artilheiro da fase com 8 gols. O Equador teve a melhor defesa (5 gols sofridos em 18 jogos). O Brasil perdeu os dois jogos contra a Argentina pela 1ª vez na história das eliminatórias, incluindo a primeira derrota em casa no formato atual.
12 grupos de 4–5 seleções; vencedores classificados direto, vice-líderes para a repescagem europeia. Maior zebra: a Itália (tetracampeã) empatou com a Bósnia e caiu nos pênaltis (4 a 1), ficando fora pela 3ª Copa seguida. Noruega, Áustria e Escócia voltaram à Copa após a última participação em 1998.
9 grupos de 6 seleções, ida e volta entre 2023 e 2025. Vencedores classificados direto; os 4 melhores segundos colocados (Camarões, RD Congo, Gabão e Nigéria) disputaram um playoff em solo marroquino pela vaga na repescagem intercontinental — vaga que ficou com a RD Congo.
A OFC (Oceania) disputou sua fase decisiva na Nova Zelândia em março de 2025; o vencedor foi direto à Copa e o vice seguiu para a repescagem intercontinental (Nova Caledônia). Pela repescagem intercontinental, o Iraque eliminou a Bolívia e voltou à Copa após 40 anos de jejum.
México, Estados Unidos e Canadá entraram direto como anfitriões. As 3 vagas restantes da confederação ficaram com Curaçao, Panamá e Haiti — que volta a uma Copa depois de 52 anos, desde 1974.
Confirmação da tabela completa sul-americana, incluindo a vaga extra da repescagem intercontinental (Bolívia participou, mas não avançou).
16 seleções (vices de grupo + times da Liga das Nações) em 4 chaves de mata-mata único. Vencedores de cada caminho:
A ampliação de 32 para 48 seleções, aprovada pela FIFA em 2017, deu mais espaço a confederações historicamente sub-representadas como CONCACAF e OFC. Dados de eliminatórias fechados em 31 de março de 2026, quando a última vaga foi definida.
O Brasil sediará a Copa do Mundo Feminina entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, com abertura e final no Maracanã (Rio de Janeiro). As 8 cidades-sede e seus estádios: Rio de Janeiro (Maracanã), São Paulo (Neo Química Arena/Itaquera), Belo Horizonte (Mineirão), Brasília (Estádio Nacional Mané Garrincha), Salvador (Arena Fonte Nova), Fortaleza (Arena Castelão), Recife (Arena de Pernambuco) e Porto Alegre (Beira-Rio). Serão 64 partidas — a primeira vez que a América do Sul recebe o Mundial feminino.
Fase de grupos: 24 de junho a 8 de julho · Oitavas de final: 10 a 13 de julho · Quartas de final: 16 e 17 de julho · Semifinais: 20 e 21 de julho · Disputa de 3º lugar: 24 de julho · Final: 25 de julho, no Maracanã.
32 seleções, divididas em 8 grupos de 4 times. As duas melhores de cada grupo avançam ao mata-mata, que começa direto nas oitavas de final — sem a fase extra de 32 times que o torneio masculino de 2026 teve.
O Brasil está garantido como país-sede. Pela CONMEBOL, Colômbia (1ª, 20 pontos em 8 jogos da Liga das Nações) e Argentina (2ª, 18 pontos) também já confirmaram vaga. Pela AFC, a Austrália carimbou o passaporte ao vencer a Coreia do Norte pelas quartas da Copa Asiática Feminina; a China também já garantiu classificação. Ainda há eliminatórias em andamento nas demais confederações.
Diferente da Copa masculina de 2026 (já disputada e concluída neste site), a Copa Feminina 2027 ainda está na fase de eliminatórias — só uma parte das 32 vagas foi confirmada até agora, então ainda não há grupos definidos, tabela de jogos ou artilheiros para mostrar. Esta seção será expandida conforme mais seleções se classificarem.